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terça-feira, 20 de fevereiro de 2024
terça-feira, 20 de setembro de 2022
Frames-Top-da-Semana - 12 Monkeys: corrija o passado para salvar o futuro
sábado, 3 de julho de 2021
Frames-Top-da-Semana - A Guerra do Amanhã: a batalha pelo futuro da humanidade começa agora
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segunda-feira, 19 de abril de 2021
Frames-Top-da-Semana - Amor e Monstros: uma história de amor no apocalipse
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2021
Frames-Top-da-Semana - Filhos da Esperança: um segredo pode ser a última salvação da humanidade
segunda-feira, 13 de abril de 2020
quinta-feira, 29 de julho de 2010
FRAMES-INDICA: O Livro de Eli - Jornada por um mundo destruído
Fábio Pereira
(xanderfbi@hotmail.com)
Muitos filmes pós-apocalípticos já foram feitos, uns com resultados ruins (A Estrada), outros com boas surpresas, como é o caso de O Livro de Eli.
As consequências de uma guerra nuclear todo mundo já viu no cinema: atmosfera desolada, a falta de comida que ocasiona muitas vezes o canibalismo, os que possuem armas dominam o pouco da água encontrada e por aí vai. A diferença desta produção para outras, muitas vezes recheadas de clichês do gênero, vem da trama que não se preocupa em ir adentro de questões implícitas como o já citado canibalismo.
Após 30 anos do término da última guerra, Eli (Denzel Washington, de Déjà Vu) é um andarilho que percorre os devastados Estados Unidos da América, levando consigo um precioso livro, que protege de tudo e de todos. Ao chegar numa cidade de ladrões, dominada por um déspota de nome Carnegie (Gary Oldman, de O Cavaleiro das Trevas), Eli atrai o interesse do mesmo pelo livro. Nisso começa uma busca incessante por parte do vilão em busca de Eli, que é ajudado por Solara (Mila Kunis, da “bomba” Max Payne), filha da companheira de Carnegie, Claudia (Jennifer Beals, do clássico Flashdance).
Para não estragar as surpresas que O Livro de Eli apresenta, só dou a dica para que se preste muitas atenção ao livro que Eli carrega, bem como sua capacidade de luta superior. No mais, o filme é um deleite aos olhos, seja pela obsessão de Eli em levar a obra a um lugar especial ou pela insistência do vilão em obter seu objeto de desejo, a fim de poder dominar as pessoas de maneira mais sublime.
Algumas curiosidades: em Árabe, Aramaico e Hebreu, Eli é uma variante para o nome de Deus; Kirsten Stewart (A Saga Crepúsculo) interpretaria Solara. Quando ocorreu um conflito de agendas é que Mila Kunis foi selecionada para o papel.
(xanderfbi@hotmail.com)
Muitos filmes pós-apocalípticos já foram feitos, uns com resultados ruins (A Estrada), outros com boas surpresas, como é o caso de O Livro de Eli.
As consequências de uma guerra nuclear todo mundo já viu no cinema: atmosfera desolada, a falta de comida que ocasiona muitas vezes o canibalismo, os que possuem armas dominam o pouco da água encontrada e por aí vai. A diferença desta produção para outras, muitas vezes recheadas de clichês do gênero, vem da trama que não se preocupa em ir adentro de questões implícitas como o já citado canibalismo.
Após 30 anos do término da última guerra, Eli (Denzel Washington, de Déjà Vu) é um andarilho que percorre os devastados Estados Unidos da América, levando consigo um precioso livro, que protege de tudo e de todos. Ao chegar numa cidade de ladrões, dominada por um déspota de nome Carnegie (Gary Oldman, de O Cavaleiro das Trevas), Eli atrai o interesse do mesmo pelo livro. Nisso começa uma busca incessante por parte do vilão em busca de Eli, que é ajudado por Solara (Mila Kunis, da “bomba” Max Payne), filha da companheira de Carnegie, Claudia (Jennifer Beals, do clássico Flashdance).
Para não estragar as surpresas que O Livro de Eli apresenta, só dou a dica para que se preste muitas atenção ao livro que Eli carrega, bem como sua capacidade de luta superior. No mais, o filme é um deleite aos olhos, seja pela obsessão de Eli em levar a obra a um lugar especial ou pela insistência do vilão em obter seu objeto de desejo, a fim de poder dominar as pessoas de maneira mais sublime.
Algumas curiosidades: em Árabe, Aramaico e Hebreu, Eli é uma variante para o nome de Deus; Kirsten Stewart (A Saga Crepúsculo) interpretaria Solara. Quando ocorreu um conflito de agendas é que Mila Kunis foi selecionada para o papel.
O Livro de Eli (The Book of Eli, EUA, 2010). Elenco: Denzel Washington, Gary Oldman, Mila Kunis. Direção: The Hughes Brothers.
Nota – 8 Frames
Pontuação
01 a 02 Frames – Ruim
03 a 04 Frames – Regular
05 a 06 Frames – Bom
07 a 08 Frames - Ótimo
09 a 10 Frames - Obra Prima
TRAILER LEGENDADO
segunda-feira, 12 de abril de 2010
FRAMES-RETRÔ: Mad Max – Pneus, asfalto e o “ouro líquido” no fim do mundo
Dirk Diggler (Colaborador)
Eis que num belo dia, ao abrir os olhos, você se depara com a desolação e imensidão de um lugar que até pouco tempo poderia chamar de lar, mas que subitamente torna-se um lugar atroz, no qual o instinto de sobrevivência impera em detrimento de todos os valores dos quais os homens acumularam, ao longo de sua existência. Esta é a premissa básica que me levou, aos 6 anos de idade, a imaginar e me deliciar com as aventuras apocalípticas do protagonista interpretado por Mel Gibson (até então aspirante a astro), o policial Max em sua jornada pela terra devastada, ou seja, o deserto australiano, em busca de vingança contra aqueles que liquidaram sua família e seu parceiro.
A ação de Mad Max (1979) se desenvolve em meio a perseguições automobilísticas envolvendo nosso “herói do fim do mundo” contra hordas de motociclistas e toda sorte de desajustados que prezam acima de tudo o bem mais precioso para sobreviver às agruras daquele local inóspito, o verdadeiro “ouro líquido”, chamado gasolina. Portanto, a ideia de um lugar onde o combustível para os veículos tem mais valor do que a própria vida, por si só, bastaria para seduzir os amantes de um bom longa, mas acima de tudo, o filme traz em si tomadas de ação e violência em doses cavalares, destacadas nas imagens do “Turbo V8 Interceptor” do herói, destruindo com os famigerados “bikers” que atormentavam as desérticas autoestradas australianas.
Desta feita, Max é um personagem único, lançado em uma época em que o imaginário hollywoodiano ainda se restringia a mocinhos de capa e espada (leia-se sabres de luz) politicamente corretos. Sendo assim, os produtores sabiamente vislumbraram ter encontrado a “galinha dos ovos de ouro” e nos proporcionaram o desenrolar da história em duas outras continuações que garantiriam ao jovem ator australiano um lugar cativo em meio as maiores estrelas cinematográficas de todos os tempos.
Mad Max (Idem, Austrália, 1979). Elenco: Mel Gibson e Joanne Samuel. Direção: George Miller.
A ação de Mad Max (1979) se desenvolve em meio a perseguições automobilísticas envolvendo nosso “herói do fim do mundo” contra hordas de motociclistas e toda sorte de desajustados que prezam acima de tudo o bem mais precioso para sobreviver às agruras daquele local inóspito, o verdadeiro “ouro líquido”, chamado gasolina. Portanto, a ideia de um lugar onde o combustível para os veículos tem mais valor do que a própria vida, por si só, bastaria para seduzir os amantes de um bom longa, mas acima de tudo, o filme traz em si tomadas de ação e violência em doses cavalares, destacadas nas imagens do “Turbo V8 Interceptor” do herói, destruindo com os famigerados “bikers” que atormentavam as desérticas autoestradas australianas.
Desta feita, Max é um personagem único, lançado em uma época em que o imaginário hollywoodiano ainda se restringia a mocinhos de capa e espada (leia-se sabres de luz) politicamente corretos. Sendo assim, os produtores sabiamente vislumbraram ter encontrado a “galinha dos ovos de ouro” e nos proporcionaram o desenrolar da história em duas outras continuações que garantiriam ao jovem ator australiano um lugar cativo em meio as maiores estrelas cinematográficas de todos os tempos.
Mad Max (Idem, Austrália, 1979). Elenco: Mel Gibson e Joanne Samuel. Direção: George Miller.
TRAILER
segunda-feira, 5 de abril de 2010
FRAMES-INDICA: Pandorum: ficção claustrofóbica
Fábio Pereira
xanderfbi@hotmail.com
Uma mistura de “Alien – O Oitavo Passageiro” e “Sunshine – Alerta Solar”: isso resume a ficção claustrofóbica Pandorum. Em 2154, a Terra está
se degradando com disputas por água e comida. Nesse ambiente desolador e de iminente caos, é descoberto um planeta similar ao nosso, chamado Tanis e uma missão de colonização parte com 60 mil pessoas à bordo da nave Elysium, buscando o último refúgio para a humanidade. Após uma inesperada mensagem desanimadora do Planeta Azul, somos apresentados a Payton (Dennis Quaid) e Bower (Ben Foster), dois tripulantes que despertam de suas câmaras criogênicas, sem lembranças de nada. A nave está completamente às escuras e os sistemas falhando. É nessa busca de informações que os dois vão descobrir que algo mais habita o local.
Pandorum, apesar de pecar por alguns clichês do gênero (a procura por sobreviventes e as explicações para as criaturas que povoam o ambiente), entretém pelo visual claustrofóbico, a câmera tensa e a desolação envolta na escuridão da nave (aspectos que dão certa inquietação para quem está assistindo ao filme).
Vale salientar também que o plot twist, ao final da película, é de deixar qualquer fã da boa ficção científica de boca aberta.
Nota/Fábio Pereira – 6 Frames
Pontuação
01 a 02 Frames – Ruim
03 a 04 Frames – Regular
05 a 06 Frames – Bom
07 a 08 Frames - Ótimo
09 a 10 Frames - Obra Prima
xanderfbi@hotmail.com
Uma mistura de “Alien – O Oitavo Passageiro” e “Sunshine – Alerta Solar”: isso resume a ficção claustrofóbica Pandorum. Em 2154, a Terra está
se degradando com disputas por água e comida. Nesse ambiente desolador e de iminente caos, é descoberto um planeta similar ao nosso, chamado Tanis e uma missão de colonização parte com 60 mil pessoas à bordo da nave Elysium, buscando o último refúgio para a humanidade. Após uma inesperada mensagem desanimadora do Planeta Azul, somos apresentados a Payton (Dennis Quaid) e Bower (Ben Foster), dois tripulantes que despertam de suas câmaras criogênicas, sem lembranças de nada. A nave está completamente às escuras e os sistemas falhando. É nessa busca de informações que os dois vão descobrir que algo mais habita o local.
Pandorum, apesar de pecar por alguns clichês do gênero (a procura por sobreviventes e as explicações para as criaturas que povoam o ambiente), entretém pelo visual claustrofóbico, a câmera tensa e a desolação envolta na escuridão da nave (aspectos que dão certa inquietação para quem está assistindo ao filme).
Vale salientar também que o plot twist, ao final da película, é de deixar qualquer fã da boa ficção científica de boca aberta.
Pandorum (Idem, EUA, 2009). Elenco: Dennis Quaid, Ben Foster. Direção: Christian Alvart.
Nota/Fábio Pereira – 6 Frames
Pontuação
01 a 02 Frames – Ruim
03 a 04 Frames – Regular
05 a 06 Frames – Bom
07 a 08 Frames - Ótimo
09 a 10 Frames - Obra Prima
TRAILER
terça-feira, 25 de agosto de 2009
FRAMES-INDICA: Presságio: catástrofes na humanidade
Fábio Pereira
xanderfbi@hotmail.com
Presságio (Knowing) é um daqueles filmes que você assiste pensando em uma coisa e se surpreende com o desenrolar da trama. O enredo gira em torno de um desenho de 50 anos, feito por uma menina em uma escola pública dos Estados Unidos e que prevê todas as tragédias da humanidade. Ao ser descoberto por um professor de Astrofísica do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (o popular M.I.T.), interpretado por Nicolas Cage (Motoqueiro Fantasma), ele descobre que ainda faltam três tragédias para acontecer.
Dirigido por Alex Proyas (Eu, Robô), o filme começa com ritmo lento, parecendo ser aquelas velhas histórias batidas de videntes malucos que acabam esclerosados e desacreditados, até quando alguém descobre que a profecia é real. Mas em Presságio, tudo é diferente. Algumas cenas espetaculares como o desastre de avião presenciado pelo personagem de Nicolas Cage e o desastre final - que não será revelado aqui para não perder a surpresa do filme – fazem com que Presságio seja um filme surpreendente.
xanderfbi@hotmail.com
Presságio (Knowing) é um daqueles filmes que você assiste pensando em uma coisa e se surpreende com o desenrolar da trama. O enredo gira em torno de um desenho de 50 anos, feito por uma menina em uma escola pública dos Estados Unidos e que prevê todas as tragédias da humanidade. Ao ser descoberto por um professor de Astrofísica do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (o popular M.I.T.), interpretado por Nicolas Cage (Motoqueiro Fantasma), ele descobre que ainda faltam três tragédias para acontecer.Dirigido por Alex Proyas (Eu, Robô), o filme começa com ritmo lento, parecendo ser aquelas velhas histórias batidas de videntes malucos que acabam esclerosados e desacreditados, até quando alguém descobre que a profecia é real. Mas em Presságio, tudo é diferente. Algumas cenas espetaculares como o desastre de avião presenciado pelo personagem de Nicolas Cage e o desastre final - que não será revelado aqui para não perder a surpresa do filme – fazem com que Presságio seja um filme surpreendente.
Presságio (Knowing, EUA/Austrália, 2009). Elenco: Nicolas Cage, Rose Byrne. Direção: Alex Proyas.
Nota – 8 Frames
Pontuação
01 a 02 Frames – Ruim
03 a 04 Frames – Regular
05 a 06 Frames – Bom
07 a 08 Frames - Ótimo
09 a 10 Frames - Obra Prima
Pontuação
01 a 02 Frames – Ruim
03 a 04 Frames – Regular
05 a 06 Frames – Bom
07 a 08 Frames - Ótimo
09 a 10 Frames - Obra Prima
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O Criador Insano
- Fábio Pereira
- Um Redator Publicitário sempre à procura de novidades nesse mundo maluco.

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