sexta-feira, 22 de julho de 2011

FRAMES-DVD: O Discurso do Rei – Colin Firth inspirado na realeza

Fábio Pereira 
(xanderfbi@hotmail.com)
 
Em tempos que acontecimentos recentes da realeza britânica são constantes no mundo – leia-se o casamento do Príncipe Harry com Meghan Markle – eis que somos contemplados com uma produção que nos faz conhecer um pouco mais da história da monarquia inglesa. Após o excelente “A Rainha”, que mostra a vida da atual monarca da Inglaterra, Elizabeth II (interpretada magnificamente por Helen Mirren), O Discurso do Rei volta ao passado para contar a história do pouco conhecido Rei George VI, monarca entre 1936 e 1952 e avô de Elizabeth II.
Gago desde os 4 anos de idade, George (Colin Firth, de O Diário de Bridget Jones) precisa fazer discursos em público, o que se torna um problema embaraçoso para sua posição real. Sua esposa, Elizabeth (Helena Bonham Carter, de Harry Potter e as Relíquias da Morte) acaba por conhecer um médico que trata de problemas de fala, utilizando-se de métodos pouco ortodoxos, chamado Lionel Logue (Geoffrey Rush, de Piratas do Caribe), levando o marido para uma consulta. Relutante de início, George acaba tendo de optar por seguir o tratamento de Lionel devido à iminente abdicação de seu irmão, David (Guy Pearce, de A Máquina do Tempo), levando-o a ter de assumir o trono numa época em que a Segunda Guerra Mundial se aproximava e o clima tenso reinava na Europa.
Em O Discurso do Rei, Colin Firth rouba quase o filme inteiro para si em sua interpretação forte e ao mesmo tempo fragilizada do futuro Rei George VI, mas a presença marcante de Geoffrey Rush, traz ao longa uma humanidade sem igual, com toques requintados de comédia, sem beirar ao ridículo. Guy Pearce desempenha regularmente seu papel de “Rei Tapa-Buraco” e Helena Bonham Carter acaba por desaparecer ante ao estrelismo dos atores principais.
Indicado a 12 Oscar, O Discurso do Rei levou 4 estatuetas, entre elas a tão cobiçada de Melhor Filme e Melhor Ator para Colin Firth.



O Discurso do Rei (The King’s Speech, Inglaterra, 2010). Elenco: Colin Firth, Helena Bonham Carter e Guy Pearce. Direção: Tom Hooper.



Nota – 8 Frames

Pontuação
01 a 02 Frames – Ruim

03 a 04 Frames – Regular
05 a 06 Frames – Bom
07 a 08 Frames – Ótimo

09 a 10 Frames - Obra Prima


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 Post atualizado em 23/11/2018.

sábado, 18 de junho de 2011

FRAMES-RESENHA:O Desespero da massa trabalhista retratada em TEMPOS MODERNOS


Por Donovan Mc Dulles

O ponteiro do relógio se aproxima das 6h da manhã. A hora do trabalhador está chegando e este será mais um longo dia. O cineasta abre com imagens de ovelhas em um caminho apertado entrando em seu curral, é uma alusão ao trabalhador que aparece em uma cena seguinte da mesma forma subindo as escadarias do metrô em um andar frenético num empurra-empurra tentando conseguir um espaço para caminhar e não se atrasar.

Charles Chaplin sempre foi um escritor e diretor que expressou em seus filmes as condições sociais, mas nunca deixando de lado a forma cômica e sutil de retratar a realidade capitalista que em Tempos Modernos nos apresenta um operário estressado em uma jornada de trabalho quase escravista de um exercício repetitivo e sua insatisfação que o leva ao baixo desempenho e até mesmo a uma crise nervosa, como aconteceu com nosso heroi Carlitos. O telespectador sente as angústias e sofrimentos vividos pelos trabalhadores daquela época.

Tempos Moderno, remete a situação do trabalhador em uma década de crise após a quebra da bolsa de valores americana em 1929. Naqueles anos tenebrosos a produção industrial norte-americana reduziu-se pela metade. Muitos foram à falência, cerca de 130 mil estabelecimentos e 10 mil bancos. As mercadorias que não tinham compradores eram literalmente destruídas, ao mesmo tempo em que milhões de pessoas passavam fome. Em 1933 o país tinha mais de 17 milhões de desempregados. Diante de tal realidade o presidente Herbert Hoover, apelidado de "presidente da fome", procurou auxiliar as grandes empresas capitalistas, representadas por industriais e banqueiros, nada fazendo, contudo, para reduzir o grau de miséria das camadas populares. Isso causou grandes manifestações públicas e fez o Partido Comunista, apesar de pequeno, mobilizar importantes setores da classe trabalhadora.

Com todas essas pressões sociais e um monitoramento constante de seu capataz e o dono da fábrica que observava seus operários, até em um grande monitor no banheiro, como no filme 1984 de Micheal Radford, Carlitos sofre um surto psicótico e é internado em um hospital psiquiátrico.

O Processo de produção taylorista visava uma maior quantidade de produtos em tempo recorde, porém isso causava grandes prejuízos para a saúde do trabalhador que não era amparado pelas leis trabalhistas. O operário passava por situações constrangedoras como ser escolhido para testar uma máquina alimentadora que visava aumentar a produtividade do trabalhador sem parar para almoços. O desastre na demonstração quase mata o personagem Carlitos, e no fim ninguém sequer pergunta se ele está bem após passar grandes sufocos na hora dos testes.

O trabalho repetitivo, e a cada hora o capataz aumentando a velocidade de produção por ordens do dono da fábrica levaram o operário a trabalhar cada vez mais rápido e acaba criando briga com seus colegas que ficam atrasados no serviço por culpa dele. Resulta que o funcionário fica doente e sem seus direitos trabalhistas perde o emprego sem remuneração e, ainda é preso pelo caos causado pelo surto dentro da fábrica.

Após a recuperação de sua sanidade, fato esse inspirado de sua vida em um período que sua mãe foi internada num hospital psiquiátrico, Carlitos é jogado novamente a sociedade sem casa nem trabalho caindo em uma das diversas manifestações que ocorriam nas ruas. É preso e sai como heroi evitando a fuga de outros detentos. Com uma carta de recomendação do xerife, tenta procurar emprego em uma cidade com poucas oportunidades. Sem qualificação, não se estabiliza em nenhum dos trabalhos que conseguiu.

Vítima de um processo taylorista/fordista se vê angustiado com a situação a época em que as oportunidades de empregos eram poucas, principalmente para àqueles que desempenhavam uma única função. Desiludido, cria um falso ideário, de que dentro do presídio, onde estivera era bem melhor, tinha o respeito dos guardas, cama e comida fornecida de graça pelo Estado. Estava longe do pesadelo que a sociedade vivenciava.

A Psicologia denomina de reação deliróide, baseada em um determinado estado de ânimo, a partir do qual se tornam compreensíveis a significação dos pensamentos anormais. Um estilo característico de humor perturbado, que pode aparecer em situações adversas um conceito acabado e finalizado da triste realidade.

Tempos Modernos, é um filme que retrata a perversa realidade do capitalismo a época, dores vividas pela sociedade e que é bem conhecida por Chaplin que sofreu bastante com a fome, desemprego e doenças durante sua infância. Trata da busca pela felicidade de um operário sofrido pelas crises sociais e critica o modo da produção capitalista recriminando a forma como os trabalhadores eram tratados pelos empresários e a necessidade de uma solução para os problemas gerados com a Grande Depressão.



sexta-feira, 17 de junho de 2011

FRAMES-RETRÔ: Fenda no Tempo – O que realmente acontece com o passado?

Fábio Pereira 
xanderfbi@hotmail.com

O escritor Stephen King é conhecido por suas ideias nada convencionais em suas criações. Algumas adaptações de seus livros e contos fizeram sucesso no cinema, como À Espera de um Milagre, estrelado por Tom Hanks, Carrie – A Estranha, um clássico do terror, e o ótimo O Nevoeiro [leia a crítica]. Mas nem só de seres monstruosos ou humanos com “super poderes” vive o escritor. O tema viagens no tempo, bastante explorado na telona, usualmente explorando a premissa do escritor H.G.Wells, toma uma forma completamente diferente em "The Langoliers" (traduzido no Brasil como Fenda no Tempo). Feito para TV e dividido em duas partes, com duração total de 3 horas, essa produção pode parecer medíocre a olhos mais críticos, devido ao fato de não contar com efeitos especiais mais elaborados ou a presença de atores de renome, no entanto a história em si envolve o espectador de uma maneira que a necessidade em desvendar o que está acontecendo aos personagens se torna quase uma obsessão.
A trama de Fenda no Tempo se passa em um voo rotineiro de Los Angeles a Boston, onde algo extraordinário acontece, e 10 passageiros que estavam dormindo descobrem que são os únicos vivos no avião, sendo que até os pilotos desapareceram. Por obra do destino, o piloto Brian Engle (David Morse, de A Rocha) assume os
David Morse é o piloto que leva todos para Bangor
controles e tenta aterrissar o avião em algum aeroporto, mas sem conseguir contato pelo rádio com ninguém a situação fica crítica. Sem alternativas, ele leva a aeronave até  a cidade americana de Bangor (estado do Maine), local em que o tráfego aéreo é menos intenso. Ao chegar ao terminal, os passageiros encaram uma chocante realidade: não há uma alma viva no local, os telefones não funcionam e tudo o que conseguem escutar é um assustador barulho que parece se aproximar cada vez mais rápido, vindo na direção deles.
O que difere Fenda no Tempo ainda mais de outras produções do gênero são elementos que deixam a trama envolta num mistério que vai se desvendando de maneira gradual e não automática, tornando o filme mais interessante, ainda que certos elementos destoem da narrativa (a garota cega que possui poderes psíquicos e o passageiro que é assombrado por visões de seu pai severo). Mas são esses mesmos elementos que se mostram partes essenciais para desvendar o que realmente acontece com o passado.
Mas que bigodinho mal talhado, hein Sr. King?
Não perca o Frame: quase ao final do filme o escritor Stephen King faz uma participação especial, interpretando o chefe de um dos passageiros, que delira pensando estar numa reunião.



Fenda no Tempo (The Langoliers, EUA, 1995). Elenco: David Morse, Patricia Wettig e Dean Stockwell. Direção: Tom Holland.




TRAILER 




Fotos: Divulgação/Internet.
Informações adicionais: IMDB.


Post atualizado em 19/03/2018.




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sexta-feira, 3 de junho de 2011

FRAMES-CRÍTICA: O Vencedor – História real no mundo do boxe

Fábio Pereira (xanderfbi@hotmail.com)



Existem inúmeras produções que falam sobre o mundo do boxe, mostrando a superação dos lutadores sobre inúmeras dificuldades. Exemplos clássicos que podemos citar envolvem a franquia “Rocky Balboa”, eternizada por Sylvester Stallone e Touro Indomável, com Robert De Niro. Essas produções se destacam por mostrar dramas, não da vida real, mas ficções bombardeadas de reviravoltas. Em O Vencedor, a coisa muda de figura. A narrativa foca na história real de Dicky Ecklund (Christian Bale, de O Exterminador do Futuro – A Salvação), um lutador que teve seu auge ao derrotar o campeão mundial Sugar Ray Leonard, colocando a pequena cidade americana de Lowell no mapa. Com a carreira em declínio, devido ao uso abusivo de entorpecentes, Dicky começa a treinar seu irmão Micky Ward (Mark Wahlberg, de Os Infiltrados), que tenta avançar na carreira de lutador. Mas com a família colocando Micky em segundo plano, as chances de ascensão se tornam mínimas, o que o leva a deixar o lado familiar em segundo plano e focar a carreira profissional em primeiro lugar.
O que diferencia “O Vencedor” das outras produções de sucesso não é somente o lado humano transmitido na tela, mas também a primorosa interpretação de Christian Bale que, magro ao extremo, retrata o lado ruim e a decadência que as drogas causam na vida de uma pessoa. Este fator, inclusive, rendeu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante a Bale na cerimônia deste ano.
O filme também rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante a Melissa Leo, que interpreta a mãe intempestiva dos protagonistas principais.



O Vencedor (The Fighter, EUA, 2010). Elenco: Christian Bale, Mark Wahlberg e Amy Adams. Direção: David O. Russell.



Nota – 8 Frames

 
Pontuação
01 a 02 Frames – Ruim/03 a 04 Frames – Regular/05 a 06 Frames – Bom
07 a 08 Frames – Ótimo/09 a 10 Frames - Obra Prima


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Post atualizado em 03/03/2018.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

FRAMES-CRÍTICA: Amor & Outras Drogas – Receita de sucesso em doses recomendadas pelo especialista

Fábio Pereira 
(xanderfbi@hotmail.com)
 

Poucos filmes que misturam tramas envolvendo comédia, romance e drama acabam apresentando um resultado satisfatório. Amor & Outras Drogas figura nesta pequena parcela que dá certo. A química entre a trama e os atores se mostra envolvente, mesmo quando o tema sexualidade entra explicitamente - mas sem o mau gosto de praxe - na tela.
Passando-se na segunda metade da década de 90, o filme mostra Jamie Randall (Jake Gyllenhaal, do fantástico Donnie Darko [leia a crítica]), um mulherengo que vende eletrodomésticos, conquistando todas as clientes apenas com seu charme. Como a libido em excesso é um risco em qualquer emprego, acaba sendo demitido. Passando a trabalhar como representante da “Pfizer”, uma grande empresa farmacêutica mundial, ele tem a função de convencer médicos a receitarem os medicamentos de sua companhia. É nesse ambiente que conhece Maggie Murdock (Anne Hathaway, de O Diabo Veste Prada), uma jovem que sofre precocemente de Mal de Parkinson, uma doença devastadora que afeta a coordenação motora humana. Inicialmente atraído pela beleza física de Maggie, Jamie percebe que existe algo mais na relação de ambos. Mas a doença de Maggie mostra-se um fator decisivo para o aprofundamento da relação do casal.
Baseado minimamente em um livro que mostra a evolução de um vendedor da Pfizer, na época do surgimento da droga mais famosa dos últimos tempos, o Viagra, Amor & Outras Drogas tem pontos a mais pela produção, que não se preocupa em cair nos clichês do gênero, como o romance meloso ou a mocinha doente e valente. Anne Hathaway mostra que vem evoluindo como atriz, começando a deixar de lado os papéis de “periguete-burrinha”, passando a transmitir mais confiança ao espectador. Já Gyllenhaal segue a linha de “cafajeste-arrependido”, mas nada que interfira com o desenrolar da trama.
Curiosidade: no início do filme, quando Jaime está na loja de eletrodomésticos, pode-se ver nas TVs a série Arquivo X e cenas do filme Independence Day.


Amor & Outras Drogas (Love & Other Drugs, EUA, 2010). Elenco: Jake Gyllenhaal, Anne Hathaway e Oliver Platt. Direção: Edward Zwick.

 Nota – 8 Frames

 
Pontuação
01 a 02 Frames – Ruim

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05 a 06 Frames – Bom
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terça-feira, 17 de maio de 2011

FRAMES-TRAILER: Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2 estreia 15 de Julho no Brasil



Para alegria de uns e tristeza de outros fãs ao redor do mundo, estreia dia 15 de julho a última parte da saga do bruxinho mais famoso dos últimos tempos. Em Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2, a batalha entre as forças do bem e do mal alcançaram o mundo dos trouxas. Harry (Daniel Radcliffe) luta para encontrar o restante das Houcruxes e enfrentar a batalha final contra seu inimigo mortal, Lord Valdemort (Ralph Fiennes).


Em tempo: rumores afirmando que a criadora da saga, J. K. Rowling estaria escrevendo um novo livro envolvendo Harry Potter foram desmentidos recentemente.


Abaixo, você confere um trailer em HD do final desta épica saga.


sexta-feira, 13 de maio de 2011

FRAMES-TOP: Cinco filmes para conhecer mais do astro Tom Cruise

Thomas Cruise Matopher IV (nome de batismo) é aquele tipo de ator boa pinta, que raramente estrela produções com resultado negativo. Abaixo, você confere nossa seleção de cinco filmes que mostram sua trajetória de sucesso nos cinemas.



A Lenda (1985)
Fantasia é um tema muito raro no cinema atual, mas na década de 80, esse conceito era predominante. Em “A Lenda”, Cruise é Jack, morador de uma floresta encantada, repleta de seres místicos como unicórnios e elfos e tem como missão libertar a princesa Lily (Mia Sara) do Senhor das Trevas (Tim Curry, irreconhecível em maquiagem pesada).

Dirigido por Ridley Scott (Alien – O Oitavo Passageiro), a trama traz aquele visual encantado, sem virar referência infantil e mostra um Cruise em começo de carreira, mas já com potencial.




Top Gun – Ases Indomáveis (1986)
Com um sucesso estrondoso no mundo todo e hoje já elevado ao patamar de “Cult”, com uma possível sequência já correndo as notícias do mundo cinematográfico, a trama de “Top Gun” envolve o jovem piloto de caças Pete “Marevick” Mitchell, que é selecionado para participar de um curso que envolve os melhores aviadores da Marinha Americana. Disputando o primeiro lugar com outro jovem, mas arrogante piloto, de codinome Iceman (Val Kilmer), ele acaba se envolvendo com sua instrutora de voo, Charlie (Kelly McGillis).
A frase de Cruise: “Eu tenho necessidade de velocidade” é sempre destaca em listas das melhores citações do cinema.



Jerry Maguire – A Grande Virada (1996)
Filme que deu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante a Cuba Gooding Jr., Jerry Maguire (Cruise) é um agente esportivo que cai em desgraça, quando tem uma crise de consciência e acaba por conseguir manter apenas um cliente. Com o apoio de sua secretária, Dorothy Boyd (Renée Zellweger), com quem acaba se envolvendo, Jerry luta para aprender valores como amor, amizade e a capacidade de mudar.

Com outra citação famosa: Show me the Money (Me Mostre o Dinheiro), este é mais uma produção obrigatória para quem gosta do astro.







Missão Impossível (1996)
Baseado em uma série homônima de sucesso nos anos 60, Cruise interpreta o agente secreto Ethan Hunt, membro da “Impossible Mission Force” (Força Missão Impossível). Em missão de rotina em Praga (República Tcheca), sua equipe cai em uma emboscada e Hunt se vê incriminado e perseguido por seus pares.


O filme fez tanto sucesso que gerou duas sequências, com outra prevista para estrear em 2012.






Minority Report – A Nova Lei (2002)
Na cidade de Washington (EUA) de 2054, a divisão Pré-Crime conseguiu acabar com os assassinatos. Nesse setor da polícia, o futuro é visualizado por paranormais chamados “Precogs”, que visualizam a intenção de se cometer um crime antes que o mesmo ocorra. Liderando a seção está o policial John Anderton (Cruise), um homem sofrido que teve seu filho raptado anos antes e que agora se encontra drogado e depressivo.


Na primeira parceria com o diretor Steven Spielberg, ação e muitos efeitos especiais são o ponto forte da trama.

domingo, 8 de maio de 2011

FRAMES-NOVIDADE: Cinemas investem em alta tecnologia para atrair mais fãs.



A novidade dos filmes 3D e do som THX estão ficando para trás. A novidade agora é sentar-se em uma poltrona de cinema que reproduzirá todos os movimentos extremos realizados nos filmes. E isso já é possível, com a D-Box MFX.


A DMFX está disponível em apenas cinquenta salas de cinema pelo mundo, fabricada pela empresa canadense D-Box, irá sacudi-lo em todas as direções, por meio de um conjunto de motores instalados nela, e que garantirão sacolejos equivalentes à duas vezes o valor da força G de gravidade.


Mas não se preocupe, pois você pode calcular a força necessária que a cadeira fará no seu corpo em um controle instalado no braço dela. Mas se você ainda não gostar do saculejo poderá acionar um botão de emergência que interromperá o movimento fazendo da poltrona uma simples cadeira de cinema.


A franquia Velozes e Furiosos está usando esse novo recurso para mexer com os fãs de todo o mundo enquanto curtem a ação. Ainda será utilizada nos filmes Piratas do Caribe e Harry Potter.


Mas em se falando em valores, o custo dela está em torno de US$ 8 a mais em cada sessão. Não sabemos quanto sairá para os fãs brasileiros que já pagam caro por uma diversão cinematográfica.


Comercial Poltrona



Trailer Velozes 5


quinta-feira, 28 de abril de 2011

FRAMES-CRÍTICA: RED – Aposentados e Perigosos: ação na terceira idade

Fábio Pereira 
(xanderfbi@hotmail.com)


Grandes astros reunidos em filmes de ação é uma fórmula já feita à exaustão, mas que nem sempre dá certo. No entanto, em RED – Aposentados e Perigosos a história é diferente: nada de explosões desnecessárias e frases engraçadinhas sem efeito. Com um elenco estelar, composto por Bruce Willis, Morgan Freeman, John Malkovich e Helen Mirren, a trama bem amarrada fica longe de estereótipos, com um humor raso, o que torna RED – Aposentados e Perigosos essencialmente um filme divertido e por vezes, empolgante.
Frank Moses (Bruce Willis - da série Duro de Matar) é um agente aposentado da CIA (Central de Inteligência Americana) que vive sua vida pacata e solitária, mantendo contato telefônico apenas com Sarah (Mary-Louise Parker – de Tomates Verdes Fritos), uma funcionária da previdência social. Quando sua casa é invadida por agentes da CIA, que tentam matá-lo, ele requisita a ajuda de seus antigos companheiros: Joe (Morgan Freeman – de Menina de Ouro), Marvin (John Malkovich – de Quero ser John Malkovich) e Victoria (Helen Mirren – do ótimo A Rainha).
Em
RED – Aposentados e Perigosos, as melhores atuações ficam por conta de Helen Mirren - uma atriz inclinada a atuar em papéis que exigem classe e moderação, mas que aqui interpreta uma mulher especialista em assassinatos – e John Malkovich – em uma atuação convincente como um ex-agente totalmente paranoico. Vale notar também a participação especial do saudoso Ernest Borgnine (Os 12 Condenados), em atuação simples, mas marcante.
 

Uma curiosidade: o termo RED (Retired Extremely Dangerous) significa: Aposentado Extremamente Perigoso.

RED – Aposentados e Perigosos (RED, Canadá/EUA, 2010). Elenco: Bruce Willis, Morgan Freeman e Helen Mirren. Direção: Robert Schwentke.


Nota – 8 Frames

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Post atualizado em 04/09/18.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

FRAMES-DICAS: Filmes cult para seu fim de semana.

Sem nada para fazer neste fim de semana? Cansado das mesmas grandes produções que estão amontoadas nas prateleiras das locadoras? Aqui vai uma lista de filmes cults para você apreciar no conforto de seu sofá.

Coco Chanel & Igor Stravinsky -Baseado em livro homônimo,o longa conta o suposto romance entre a estilista francesa e o compositor russo,depois da polêmica apresentação do balé “Sagração da primavera”. Encantada pela obra do músico soviético, Chanel convida-o a morar em sua casa de campo e propõe a financiá-lo. O filme é denso,meticuloso,elegante,com uma narrativa bem construída. (frança/Suiça) 2009 de Jan Kounen/ Imovision

Vincere – A petulância do jovem Mussolini nas reuniões socialista pré guerra, encanta Ida Dalser, uma bonita aldeã. Tornam-se amantes e desta relação nasce um menino. Ao chegar ao poder Mussolini deixa de ver ida,que insiste em manter o idílio e, comenta com todos que é a mulher legítima do líder italiano,que determina sua internação num hospital para doentes mentais. É um filme crítico,que retrata a manipulação dos poderosos .(Itália/frança),2009 –de marco bellochio/Imovision.



Nova York,Eu te amo- O curta metragem,ainda que por vezes irregular,mostra uma história com fluidez e cativa pela beleza da fotografia da big Apple,com toques de romance e melancolia. Um retrato de uma cidade sempre cheia de casos envolventes entre um artista plástico e uma vendedora de uma loja indiana; a relação de uma menina americana com o pai latino; o afeto entre um indiano e uma judia- e a primeira vez e o dia seguinte de um adolescente, após um noite ardente de sexo ( EUA,2009) vários diretores: Califórnia Filmes.




Faces- Um longa metragem que trata da infidelidade e separação de um casal já maduro, e mostra o envolvimento do personagem Richard (esposo)com Jeannie muito mais jovem que ele. Por outro lado Maria (esposa) se deixa seduzir por um garoto de programa. O enredo põe em debate um questionamento: a felicidade é possível? Como driblar a solidão a dois? (Estados Unidos,1968/John cassavetes).





Bob Dylan-The 30th Anniversary concert – (DVD) um presente para fãs e colecionadores. O show realizado em 1992 no Madison Square Garden, traz vultos eméritos da música pop e canções de protestos, comandando a festa de 30 anos de carreira do poeta maldito. Neil Young,George Harrison,Sinéad O!Connor, são responsáveis pela abertura. Alguns momentos atingem o ápice, quando Stevie Wonder canta “Blowin in the Wind” – o hino da juventude californiana dos psicodélicos hippies dos anos 60, o público vai ao delírio – e Eddie vedder entoando“ Master of War” . O grande concerto como o título diz, fecha com o velho Dylan. Por alguns instantes fica dificil ouvir sua voz,pela grande ovação do público que lotou por completo o grande parque. Na primeira fila um ilustre fã e admirador - Alex Ross, crítico de música erudita do New York, incansável nos aplausos, teceu elogios a obra e recomenda que assistam.


quarta-feira, 20 de abril de 2011

FRAMES-RETRÔ: Um Príncipe em Nova York: quem não se lembra do “Soul Glo”?

Fábio Pereira
xanderfbi@hotmail.com

Reprisado na TV aberta e fechada à exaustão, Um Príncipe em Nova York é um daqueles clássicos dos anos 80 pra dar muitas risadas, não só pela história, mas pela interpretação de múltiplos personagens por Eddie Murphy e Arsenio Hall.
Chama muita atenção também o fato de participações mais do que especiais de diversos atores, hoje reconhecidos facilmente e até um vencedor do Oscar, mas que na época eram apenas nomes desconhecidos, como Samuel L. Jackson (do recente e divertido "Dupla
Nem Os Vingadores salvariam Samuel L. Jackson do Príncipe Akeem
Explosiva")
, Cuba Gooding Jr. (Oscar por Jerry Maguire - A Grande Virada) e Eriq La Salle (mais conhecido por seu personagem na extinta série de TV “Plantão Médico”).
Já consagrado como Axel Foley nos dois primeiros “Um Tira da Pesada”, Murphy mostrava, pela
Um jovem Cuba Gooding Jr. na cadeira do versátil Eddie Murphy
primeira vez, sua versatilidade na interpretação de diversos personagens, fato esse que viria a se repetir em O Professor Aloprado (1996).
A trama, um pouco fantasiosa demais, contava a história do príncipe Akeem (Murphy), herdeiro do trono do fictício reino de Zamunda, que em seu aniversário de 21 anos, com todas as regalias possíveis e imagináveis - ele tem servos até para ajudar na hora de ir ao banheiro – é forçado a aceitar um casamento arranjado e incômodo.  Convencendo seu pai (James Earl Jones – a voz de Darth Vader na saga Star Wars) que precisava de tempo, Akeem vai para os EUA, mais especificamente ao bairro de Queens, em Nova York, a fim de procurar uma noiva que o ame além de sua posição real.
Divertido ao extremo, Um Príncipe em Nova York traz várias lembranças à tona. O “Soul Glo”, produto
Eriq La Salle e seus cabelos brilhantes: Soul Glo
que dava um brilho e deixava o cabelo molhado; a lanchonete “McDowell’s”, um plágio cara de pau à cadeia de lanchonetes McDonald’s e a aparição de dois personagens de outro clássico do diretor John Landis (Trocando as Bolas), são elementos inesquecíveis para quem curtiu e curte os anos 80.








"Yes, yes! Fuck you too!" - Akeem.


Um Príncipe em Nova York (EUA, 1988, Coming to America). Elenco: Eddie Murphy, Arsenio Hall, James Earl Jones. Direção: John Landis. 



TRAILER

sábado, 16 de abril de 2011

FRAMES-HOMENAGEM: Hoje Chaplin faria 122 anos


Há 34 anos o cinema mundial perdia uma das maiores mentes cinematográficas que a sétima arte poderia ter. Charlie Chaplin faria no dia 16 de abril 122 anos. Sua sutileza e sua forma graciosa de tratar os temas sociais que o mundo vivia nos anos dourados do cinema fez do garoto que teve uma infância pobre ser o mais conceituado artista de sua época.
Fica aqui nossa homenagem ao grande cineasta, ator, diretor e todas as funções que um homem pudesse ter no set de filmagem.

Tempos Modernos é um dos grandes clássicos de Chaplin.

terça-feira, 12 de abril de 2011

FRAMES-NEWS: Prequel de clássico dos anos 80 estreia em outubro nos EUA


Para os fãs do clássico O Enigma de Outro Mundo (The Thing), de John Carpenter, uma boa notícia: uma nova produção, de mesmo nome, está prevista para estrear em outubro nos EUA, infelizmente sem data prevista no Brasil ainda. Não se trata de um remake, mas sim um “prequel”, que mostrará os acontecimentos anteriores ao original, contando como os cientistas noruegueses encontraram a nave que transportava o alienígena que é capaz de imitar qualquer ser vivo, revelando o primeiro contato com “A Coisa” que viria a exterminar quase todos os residentes da base de pesquisas científicas. Para quem não lembra, “O Enigma de Outro Mundo” é um clássico dos filmes de terror. Dirigido por Carpenter, em 1982, a trama envolve 12 homens, entre cientistas e operários, residentes em uma estação de pesquisas americanas no Pólo Sul, que observam com estranheza a luta de dois noruegueses tentando matar um cachorro em plena imensidão gelada. Com a morte dos mesmos, o Grupo descobre que o cão é uma forma de vida alienígena que pode copiar, de forma perfeita, animais e seres humanos. O clima de desconfiança e medo impera quando todos começam a desconfiar uns dos outros. Com a onda de remakes fracassados em Hollywood, o que se espera é uma maior preocupação com a obra original, no sentido de continuidade, até porque nem John Carpenter nem ninguém da película original estão envolvidos nesta nova produção.

segunda-feira, 28 de março de 2011

FRAMES-CURIOSIDADE: Como surgiu a parceria entre pipoca e cinema?


Quando vamos ao cinema não pode faltar aquela pipoca para acompanhar um filminho de ação, romance ou comédia. Porém você já parou e se perguntou como surgiu o esse hábito de comer pipoca no cinema?

De acordo com o site Mundo Estranho a pipoca já era vendida em feiras e parques nos Estados Unidos durante o século XIX. Já no fim desse período surgiram os primeiros cinemas americanos e com eles vieram os ambulantes com seus carrinhos de pipoca e guloseimas como o Cracker Jack, uma mistura de pipoca, amendoim e açúcar queimado.

Já na década de 1920 os donos de cinemas chamaram os ambulantes para vender pipoca dentro de seus espaços. Com o aperfeiçoamento das máquinas de pipoca os cinemas abriram suas próprias lanchonetes para vender os petiscos.

Com a Grande Depressão a pipoca se tornou popular devido seu baixo custo, então o negocio prosperou criando renda para diversos agricultores que sofriam naquela época.

Nos cinemas em que existem varias salas de exibição o comércio de pipoca, refrigerante e outros responde por boa parte da arrecadação. Atualmente nos EUA as vendas de pipoca chegam a um percentual de 45% dos lucros dos cines.

Achou interessante acesse mais em Mundo Estranho e Wikipédia.