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quarta-feira, 7 de junho de 2023
Frames-Top-da-Semana - Louca Obsessão - Um escritor passa por seu maior desafio: sobreviver a uma fã insana
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sexta-feira, 4 de março de 2022
Frames-Top-da-Semana - Os Doze Condenados: uma missão mortal durante a Segunda Guerra Mundial
segunda-feira, 26 de julho de 2021
Frames-Top-da-Semana - Cinema Paradiso: uma ode de amor à Sétima Arte
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021
Frames-Top-da-Semana - O que Terá Acontecido a Baby Jane?: um clássico com atuação magistral de Bette Davis
quarta-feira, 6 de janeiro de 2021
sexta-feira, 4 de abril de 2014
FRAMES-CRÍTICA – Trapaça: o filme esnobado pelo Oscar
Fábio Pereira
O vencedor do Oscar de 2013, “12 Anos de
Escravidão”, é um drama histórico sobre um homem livre que é sequestrado e
vendido como escravo. Um bom filme por sinal, mas em minha modesta opinião ficou
muito longe de merecer os três Oscar que faturou (além de Melhor Filme, levou Roteiro
Adaptado e Melhor Atriz). Aí você me pergunta: por que discorrer sobre isso, já
que a crítica aqui deve se tratar do filme Trapaça? Respondo com uma simples informação: Trapaça foi o líder em indicações ao Oscar, concorrendo em 10 categorias
distintas, mas sem vencer nenhuma! Isso mesmo, meus caros cinéfilos ou meros
adoradores da Sétima Arte. Nada de Oscar para um filme que, se não é brilhante,
se destaca por atuações aguçadas e viscerais dos protagonistas, mostrando uma
dedicação pela arte por parte de alguns e crescimento profissional por parte de
outros.
Mas e a trama? Bem, a trama de Trapaça envolve um trapaceiro e
sua sócia - “vestidos” com maestria por Christian Bale (de Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge), que
aparece quase irreconhecível (dedicação total ao papel!) e Amy Adams (de O Homem de Aço) – dois “peixes pequenos”
que são forçados pelo FBI (Polícia Federal Americana) a se infiltrar na
política local, além de um contato nada amigável com a máfia. A arriscada operação,
coordenada pelo candidato a galã do “Birô” Richie DiMaso (Bradley Cooper, do excelente
O Lado Bom da Vida), envolve contato
com o popular prefeito Carmine Polito (Jeremy Renner, de Os Vingadores), mas acaba por complicar quando Rosalyn, - Jennifer
Lawrence, de Jogos Vorazes, mostrando
sua evolução pós-Oscar - esposa do trapaceiro Irving (Bale) se envolve com quem
não deve e coloca as cartas na mesa.
O elenco de Trapaça, grandioso, é mesmo um destaque total na película.
Christian Bale mostrando sua versatilidade e dedicação, Amy Adams sendo uma
trapaceira sexy e sedutora e Jennifer Lawrence como uma mãe relapsa, além de
uma ponta de peso: Robert De Niro (que dispensa referências), como um
intimidador chefe da máfia local. Ponto a menos somente para Bradley Cooper, em
atuação sóbria e morna.
De resto, vale conferir a reviravolta ao final da
trama, que compensa certa monotonia lá pela metade da produção, além do
excelente trabalho dos figurinistas em transportar a atmosfera dos acontecimentos
aos saudosos Anos 70.
Trapaça (American
Hustle, EUA, 2013). Elenco: Christian Bale, Amy Adams, Jennifer Lawrence. Direção:
David O. Russell.
Nota – 6,5 Frames
Pontuação
01 a 02 Frames – Ruim
Pontuação
01 a 02 Frames – Ruim
03 a 04 Frames – Regular
05 a 06 Frames – Bom
07 a 08
Frames – Ótimo
09 a 10 Frames - Obra Prima
TRAILER LEGENDADO
quinta-feira, 18 de abril de 2013
FRAMES-CRÍTICA – Indomável Sonhadora: uma história de amor, coragem e inocência
Fábio Pereira
Assisti quase todos os principais filmes que concorram
ao Oscar de 2012 e, numa avaliação mais abrangente, achei quase todos
cansativos e tediosos (leia-se “Lincoln” e “A Hora Mais Escura”). A Academia de
Ciências Cinematográficas, responsável pelo Oscar, parece mesmo sempre discordar
da maioria do público no que concerne a filmes que impactam e emocionam. Tudo
bem que são os milhares de votos individualizados dos membros da Academia que
determinam quem leva o Oscar, mas para um drama tão emocionante como Indomável
Sonhadora não ter levado ao menos uma premiação, (foi indicado a Melhor Filme,
Direção, Melhor Atriz e Roteiro Adaptado) fica a afirmação no
ar: um Oscar não quer dizer nada!
Não assisti “Argo”, que levou a estatueta de
Melhor Filme e Roteiro Adaptado e concordei que o diretor Ang Lee
mereceu a estatueta por “As Aventuras de Pi”, mas a estreante Quvenzhané Wallis,
que interpreta o papel principal em Indomável Sonhadora, mostrou uma força incrivelmente
superior a Jennifer Lawrence, que levou a estatueta de Melhor Atriz pelo ótimo “O Lado
Bom da Vida”.
Mas, vamos ao que interessa. Indomável Sonhadora
(título tupiniquim mais adequado do que “Feras do Sul Selvagem”), é um drama
despretensioso, mas que envolve o espectador em sua narrativa emocionante e
inocente, mostrando a trajetória de Hushpuppy (Quvenzhané Wallis), juntamente
com seu pai, lutando para sobreviver num local inóspito e degradante aos
padrões humanos, mas que outros chamam de lar. Com a possibilidade de ficar órfã,
devido à doença de seu pai, Hushpuppy ainda precisa conviver com as
consequências de uma forte tempestade, que inunda toda comunidade onde morava.
Dizem que lar é onde seu coração está. Neste
sentido, a caracterização do drama dos personagens se mostra eficiente pelas
mãos do diretor Benh Zeitlin, que também foi responsável pelo
roteiro do filme. Sem apelar para um excessivo drama “choraminguento” e com
interpretações mais naturais, Indomável Sonhadora consegue expressar a verdadeira natureza
humana, mostrando preocupações simples e imediatas, como a sobrevivência, além do
companheirismo extremo daqueles que possuem tão pouco, mas que se solidarizam,
transparecendo a força de uma pequena e decadente comunidade.
Indomável Sonhadora é um filme que conquista pelo
drama e impacta pela devoção e sonhos da protagonista.
Indomável
Sonhadora (Beasts of the Southern Wild, EUA, 2012). Elenco:
Quvenzhané Wallis, Dwight Henri e Gina Montana. Direção: Benh
Zeitlin.
Nota - 8 Frames
Pontuação
01 a 02 Frames – Ruim
Pontuação
01 a 02 Frames – Ruim
03 a 04 Frames – Regular
05 a 06 Frames – Bom
07 a 08
Frames – Ótimo
09 a 10 Frames - Obra Prima
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sexta-feira, 22 de julho de 2011
FRAMES-INDICA: O Discurso do Rei – Colin Firth inspirado na realeza
Fábio Pereira
(xanderfbi@hotmail.com)
(xanderfbi@hotmail.com)
Em tempos que acontecimentos recentes da realeza britânica são constantes no mundo, eis que somos contemplados com uma produção que nos faz conhecer um pouco mais da história da monarquia inglesa. Após o excelente “A Rainha”, que mostra a vida da atual monarca da Inglaterra, Elizabeth II (interpretada magnificamente por Helen Mirren), O Discurso do Rei volta ao passado para contar a história do pouco conhecido Rei George VI, monarca entre 1936 e 1952 e avô de Elizabeth II.
Gago desde os 4 anos de idade, George (Colin Firth, de O Diário de Bridget Jones) precisa fazer discursos em público, o que se torna um problema embaraçoso para sua posição real. Sua esposa, Elizabeth (Helena Bonham Carter, de Harry Potter e as Relíquias da Morte) acaba por conhecer um médico que trata de problemas de fala, utilizando-se de métodos pouco ortodoxos, chamado Lionel Logue (Geoffrey Rush, de Piratas do Caribe), levando o marido para uma consulta. Relutante de início, George acaba tendo de optar por seguir o tratamento de Lionel devido à iminente abdicação de seu irmão, David (Guy Pearce, de A Máquina do Tempo), levando-o a ter de assumir o trono numa época em que a Segunda Guerra Mundial se aproximava e o clima tenso reinava na Europa.
Em O Discurso do Rei, Colin Firth rouba quase o filme inteiro para si em sua interpretação forte e ao mesmo tempo fragilizada do futuro Rei George VI, mas a presença marcante de Geoffrey Rush, traz ao longa uma humanidade sem igual, com toques requintados de comédia, sem beirar ao ridículo. Guy Pearce desempenha regularmente seu papel de “Rei Tapa-Buraco” e Helena Bonham Carter acaba por desaparecer ante ao estrelismo dos atores principais.
Indicado a 12 Oscar, O Discurso do Rei levou 4 estatuetas, entre elas a tão cobiçada de Melhor Filme e Melhor Ator para Colin Firth.
Gago desde os 4 anos de idade, George (Colin Firth, de O Diário de Bridget Jones) precisa fazer discursos em público, o que se torna um problema embaraçoso para sua posição real. Sua esposa, Elizabeth (Helena Bonham Carter, de Harry Potter e as Relíquias da Morte) acaba por conhecer um médico que trata de problemas de fala, utilizando-se de métodos pouco ortodoxos, chamado Lionel Logue (Geoffrey Rush, de Piratas do Caribe), levando o marido para uma consulta. Relutante de início, George acaba tendo de optar por seguir o tratamento de Lionel devido à iminente abdicação de seu irmão, David (Guy Pearce, de A Máquina do Tempo), levando-o a ter de assumir o trono numa época em que a Segunda Guerra Mundial se aproximava e o clima tenso reinava na Europa.
Em O Discurso do Rei, Colin Firth rouba quase o filme inteiro para si em sua interpretação forte e ao mesmo tempo fragilizada do futuro Rei George VI, mas a presença marcante de Geoffrey Rush, traz ao longa uma humanidade sem igual, com toques requintados de comédia, sem beirar ao ridículo. Guy Pearce desempenha regularmente seu papel de “Rei Tapa-Buraco” e Helena Bonham Carter acaba por desaparecer ante ao estrelismo dos atores principais.
Indicado a 12 Oscar, O Discurso do Rei levou 4 estatuetas, entre elas a tão cobiçada de Melhor Filme e Melhor Ator para Colin Firth.
O Discurso do Rei (The King’s Speech, Inglaterra, 2010). Elenco: Colin Firth, Helena Bonham Carter e Guy Pearce. Direção: Tom Hooper.
Nota – 8 Frames
Pontuação
01 a 02 Frames – Ruim
03 a 04 Frames – Regular
05 a 06 Frames – Bom
07 a 08 Frames – Ótimo
09 a 10 Frames - Obra Prima
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sexta-feira, 3 de junho de 2011
FRAMES-INDICA: O Vencedor – História real no mundo do boxe
Fábio Pereira
Existem inúmeras produções que falam sobre o mundo do boxe, mostrando a superação dos lutadores sobre inúmeras dificuldades. Exemplos clássicos que podemos citar envolvem a franquia “Rocky Balboa”, eternizada por Sylvester Stallone e Touro Indomável, com Robert De Niro. Essas produções se destacam por mostrar dramas, não da vida real, mas ficções bombardeadas de reviravoltas. Em O Vencedor, a coisa muda de figura. A narrativa foca na história real de Dicky Ecklund (Christian Bale, de O Exterminador do Futuro – A Salvação), um lutador que teve seu auge ao derrotar o campeão mundial Sugar Ray Leonard, colocando a pequena cidade americana de Lowell no mapa. Com a carreira em declínio, devido ao uso abusivo de entorpecentes, Dicky começa a treinar seu irmão Micky Ward (Mark Wahlberg, de Os Infiltrados), que tenta avançar na carreira de lutador. Mas com a família colocando Micky em segundo plano, as chances de ascensão se tornam mínimas, o que o leva a deixar o lado familiar em segundo plano e focar a carreira profissional em primeiro lugar.O que diferencia O Vencedor das outras produções de sucesso não é somente o lado humano transmitido na tela, mas também a primorosa interpretação de Christian Bale que, magro ao extremo, retrata o lado ruim e a decadência que as drogas causam na vida de uma pessoa. Este fator, inclusive, rendeu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante a Bale na cerimônia de 2011.
O Vencedor também rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante a Melissa Leo, que interpreta a mãe intempestiva dos protagonistas principais.
O Vencedor (The Fighter, EUA, 2010). Elenco: Christian Bale, Mark Wahlberg e Amy Adams. Direção: David O. Russell.
Nota – 8 Frames
Pontuação
01 a 02 Frames – Ruim
Pontuação
01 a 02 Frames – Ruim
03 a 04 Frames – Regular
05 a 06 Frames – Bom
07 a 08 Frames – Ótimo
07 a 08 Frames – Ótimo
09 a 10 Frames - Obra Prima
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quinta-feira, 1 de julho de 2010
FRAMES-INDICA: Preciosa: uma história de sofrimento e esperança
Fábio Pereira
xanderfbi@hotmail.com
Antes de assistir Preciosa – Uma História de Esperança, pensei logo que se trataria de um dramalhão hollywoodiano como tantos que já receberam o Oscar. Que engano da minha parte. Preciosa é um filme forte com cenas fortes e com a maestria de mostrar o que acontece no dia a dia em qualquer lugar do mundo, inclusive no Brasil, mas que muita gente só toma conhecimento quando presencia o fato.
Com US$ 10 milhões, o diretor Lee Daniels mostra a história de Clareece “Preciosa” Jones, uma adolescente de 16 anos, acima do peso e pobre, que sofre abuso do próprio pai biológico e da mãe com quem mora. Com dois filhos gerados pelo incesto, ela se vê sem esperanças e acaba expulsa pela escola. Indo para uma instituição alternativa, ela encontra uma fuga para sua existência traumática.
A interpretação da estreante Gabourey Sidibe faz o espectador se identificar com a trama, sofrer com a protagonista e torcer por um famoso final feliz, que acaba vindo, mas não da maneira usual. A luta de Preciosa para fugir da realidade sempre cruel e a força de querer algo melhor para si e seus filhos, sendo um deles portador da Síndrome de Down, faz dessa trama, vencedora de 2 Oscars - Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Roteiro Adaptado - uma excelente produção das terras ianques.
Nota: reparem que durante quase todo o filme, Preciosa não chora uma única vez, mesmo com os abusos frequentes. As lágrimas só ocorrem num momento triste e culminante da trama, que se passa em 1987.
xanderfbi@hotmail.com
Antes de assistir Preciosa – Uma História de Esperança, pensei logo que se trataria de um dramalhão hollywoodiano como tantos que já receberam o Oscar. Que engano da minha parte. Preciosa é um filme forte com cenas fortes e com a maestria de mostrar o que acontece no dia a dia em qualquer lugar do mundo, inclusive no Brasil, mas que muita gente só toma conhecimento quando presencia o fato.
Com US$ 10 milhões, o diretor Lee Daniels mostra a história de Clareece “Preciosa” Jones, uma adolescente de 16 anos, acima do peso e pobre, que sofre abuso do próprio pai biológico e da mãe com quem mora. Com dois filhos gerados pelo incesto, ela se vê sem esperanças e acaba expulsa pela escola. Indo para uma instituição alternativa, ela encontra uma fuga para sua existência traumática.
A interpretação da estreante Gabourey Sidibe faz o espectador se identificar com a trama, sofrer com a protagonista e torcer por um famoso final feliz, que acaba vindo, mas não da maneira usual. A luta de Preciosa para fugir da realidade sempre cruel e a força de querer algo melhor para si e seus filhos, sendo um deles portador da Síndrome de Down, faz dessa trama, vencedora de 2 Oscars - Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Roteiro Adaptado - uma excelente produção das terras ianques.
Nota: reparem que durante quase todo o filme, Preciosa não chora uma única vez, mesmo com os abusos frequentes. As lágrimas só ocorrem num momento triste e culminante da trama, que se passa em 1987.
Uma dica: fiquem atentos às participações de Mariah Carey e Lenny Kravitz durante o filme.
Preciosa – Uma História de Esperança (Precious - Based on the Novel Push by Sapphire, EUA, 2009). Elenco: Gabourey Sidibe, Mo’Nique, Mariah Carey. Direção: Lee Daniels.
Nota – 8 Frames
Pontuação
01 a 02 Frames – Ruim
03 a 04 Frames – Regular
05 a 06 Frames – Bom
07 a 08 Frames - Ótimo
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Post atualizado em 01/06/2021.
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O Criador Insano
- Fábio Pereira
- Um Redator Publicitário sempre à procura de novidades nesse mundo maluco.
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